Refinanciar um imóvel na planta pode ser uma estratégia vantajosa em determinados momentos. Está em dúvida se essa opção se encaixa no seu caso? Então, saiba que preparamos este texto justamente para esclarecer isso. Prossiga na leitura para descobrir mais!

Como funciona o refinanciamento de imóvel na planta?
Comprar um imóvel ainda na planta é algo bastante comum, mas para quem precisa de dinheiro, o refinanciamento surge como uma alternativa interessante.
Na prática, o refinanciamento consiste em usar seu imóvel como garantia para obter um empréstimo com taxas de juros menores e prazos estendidos.
Mesmo que a construção ainda esteja em andamento, essa operação é possível caso você já tenha quitado parte do imóvel ou possua um contrato que especifique claramente o valor futuro da propriedade.
Benefícios do refinanciamento de imóvel na planta
Refinanciar um imóvel na planta pode ser uma ótima opção quando você já quitou parte da dívida, deseja reduzir os juros ou estender o prazo para aliviar as finanças.
Além disso, existem diversos outros benefícios. Quer descobrir quais são? Então, confira a seguir os destaques principais.
Taxas mais baixas e prazos estendidos
Como o imóvel é usado como garantia, o banco oferece juros menores do que nos empréstimos pessoais, normalmente entre 60% e 70% do valor do bem.
Além disso, o prazo pode chegar a 20 ou até 30 anos, facilitando o pagamento com parcelas mensais mais acessíveis.
Dinheiro extra para usar da forma que desejar
Após liquidar o saldo devedor do financiamento atual, você pode liberar o chamado “troco” – um valor extra para quitar dívidas caras, fazer reformas ou investir.
Preserve sua qualidade de vida
Mesmo ao optar pelo refinanciamento, você pode continuar usando o imóvel normalmente, sem a necessidade de vendê-lo, e ainda aproveitar sua valorização ao longo do tempo.
Em quais situações o refinanciamento pode trazer riscos?
Embora existam muitos benefícios, o refinanciamento de imóvel na planta também apresenta algumas desvantagens. Confira quais são elas a seguir:
Possibilidade de perder o imóvel
Se os pagamentos atrasarem, o banco pode tomar o imóvel para quitar a dívida pendente.
Sem dúvida, esse é o risco mais significativo desse tipo de crédito, por isso é fundamental planejar bem para evitar que ele aconteça.
Despesas ocultas e burocracia
Geralmente, esse procedimento envolve custos como taxas de cartório, avaliação do imóvel e impostos como o IOF. Por isso, esses gastos precisam ser ponderados em relação à economia esperada nos juros.
Além disso, o processo é um pouco burocrático e a análise pode levar tempo, já que exige documentos do imóvel e avaliações técnicas.
Nem sempre vale a pena
Se você ainda não quitou parte do imóvel ou o saldo devedor atual ultrapassa o valor de mercado estimado, o refinanciamento pode não liberar crédito, ou o custo pode ser tão elevado que elimina qualquer benefício.
Por isso, é fundamental colocar todos os números no papel e avaliar cuidadosamente a sua situação específica.
Quando vale a pena pensar no refinanciamento de imóvel na planta?
Como mencionado anteriormente, o refinanciamento de imóvel na planta possibilita usar seu apartamento como garantia para conseguir dinheiro, mesmo antes da entrega, com condições financeiras mais vantajosas.
No entanto, isso não significa que essa seja a melhor opção em todas as situações. Normalmente, ela vale a pena quando:
- Você está quitando parte do imóvel e precisa de recursos para pagar dívidas com juros altos;
- As taxas de juros atuais caíram desde o financiamento inicial que você contratou;
- Você deseja diminuir o valor da parcela mensal estendendo o prazo;
- Seu score de crédito é alto, garantindo condições melhores.
Mesmo assim, é fundamental analisar todos os custos envolvidos, o valor de mercado do imóvel e o risco de inadimplência.
Quando feito com atenção e planejamento, o refinanciamento pode ser uma ferramenta eficaz para reorganizar suas finanças sem precisar abrir mão do imóvel.